Epifania
Descobri que hoje, dia 06 de janeiro, dia que aprendi a chamar de Dia dos Reis, também é conhecido como Epifania, ou Epifania do Senhor. Esse nome, obviamente, me remeteu à epifania comumente utilizada na literatura, belamente exploradora, se me permitem a palavra, por Caio Fernando Abreu, só para deixar um exemplo.
Tive que pesquisar a origem e significado da palavra: aparição, manifestação, sentimento que expressa uma súbita sensação de entendimento ou compreensão da essência de algo. É quando achamos a peça que faltava do quebra-cabeça. É quando cai a ficha.
Isso explica o porquê do Dia de Reis ser chamado assim, pois foi o dia em que, segundo a tradição e crença cristã, o Cristo se manifestou e/ou foi compreendido pelos não-judeus, os chamdos gentios. Também explica a utilização do termo na literatura como em alguns contos e crônicas de autores como Caio e Clarice Lispector, que normalmente se tratam de histórias aparentemente simples narrando fatos cotidianos, mas que acabam por revelar algo, ou nos ajuda a entender um conceito ou sentimento bem mais complexo e nos trazer sentido.
Bem, mas não estou aqui para falar disso. Em dois minutos você teria descoberto tudo isso no Google. Estou aqui para falar de epifanias que temos em nossas vidas, independentemente do dia do ano ou da literatura. Estou aqui para falar de quando um fato simples nos abre os olhos para algo que não entendíamos, ou pior, para algo que erroneamente achávamos que entendíamos, o que é ainda pior.
Tive que pesquisar a origem e significado da palavra: aparição, manifestação, sentimento que expressa uma súbita sensação de entendimento ou compreensão da essência de algo. É quando achamos a peça que faltava do quebra-cabeça. É quando cai a ficha.
Isso explica o porquê do Dia de Reis ser chamado assim, pois foi o dia em que, segundo a tradição e crença cristã, o Cristo se manifestou e/ou foi compreendido pelos não-judeus, os chamdos gentios. Também explica a utilização do termo na literatura como em alguns contos e crônicas de autores como Caio e Clarice Lispector, que normalmente se tratam de histórias aparentemente simples narrando fatos cotidianos, mas que acabam por revelar algo, ou nos ajuda a entender um conceito ou sentimento bem mais complexo e nos trazer sentido.
Bem, mas não estou aqui para falar disso. Em dois minutos você teria descoberto tudo isso no Google. Estou aqui para falar de epifanias que temos em nossas vidas, independentemente do dia do ano ou da literatura. Estou aqui para falar de quando um fato simples nos abre os olhos para algo que não entendíamos, ou pior, para algo que erroneamente achávamos que entendíamos, o que é ainda pior.
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